segunda-feira, 25 de maio de 2009

muita atenção

tenho que dizer que definitivamente não gosto de escrever sobre um filme tempo após ter o visto. escrever na hora é bem melhor porque os detalhes estão muito mais ricos


"clube da luta"

quando todo mundo fala que um filme é bom...você tem que ver pra comprovar. tenho que começar falando das atuçãoes Edwart Norton, está fantastico seguido de Brad Pitt. fazem um casal muito bom, com encenações muito convicentes. o enredo é bacana, começa como se não quizesse nada e vai crescendo, crescendo, pegando os fatos e os juntando, mostrando a verdadeira cara do filme. assim como a relaçao de choque do titulo de filme com o seu enredo, a história também tras esse "choque", tendo uma virada muito boa proximo ao final.

tenho que admitir, eu percebi o que estava acontecendo na cena que Tyler estava no porão e Jack estava na porta, proximo a escada, conversando com Marla. na verdade eu já tava pensando isso, mas matei nessa cena e digo em verdade, um espectador mais atendo, consegue juntar as peças do quebra-cabeça antes dela se formar com completo.

li umas criticas negativas a respeito do filme, falando que era muito ruim, final ruim, final clichê. acho que a virada que dá é bem legal, mas a forma com a qual ele termina, poderia sim ser muito diferente, atrativo, interessante, enfim muito melhor.

como publicitário, gosto da critica que faz em relação a sociedade de consumo e como as pessoas apenas assimilam a tudo isso. acredito que o fato dele não contextualizar tanto o errado, o certo e os porques que aquilo estavam sendo feito, deixa que cada um reflita e encontre os seus porques de depredar e deformar locais como atitude de revolta, levando todos a uma reflexão.

vale a pena assitir e se possivel, mais de uma vez.

terça-feira, 5 de maio de 2009

eu já tinha visto esse filme nas prateleiras e ele nunca me interessou. até que recebi uma indicação, o aluguei e estamos aqui!

o resgate de um campeão

altamente interessante, esse filme trás uma narrativa suave, mas que lhe deixa atento, pois coloca em determinados momentos, o elemento surpresa que por vezes intensifica a cena e por outros muda completamente o rumo da história. vi esse filme ontem de madrugada, pela primeira vez não comento em imediato o termino. lembro-me bem que gostei do posicionamento das câmeras, não sendo estáticas pegando apenas a paisagem. otima atuação de Samuel L. Jackson e principalmente a sua caracterização. quando tudo vira no filme, você começa a perceber que tiveram indicios suaves antes disso acontecer, que são quase imperceptiveis, como no caso do natal de 1953. outra coisa que gostei muito neste filme é a capacidade dele de narrar várias histórias ao mesmo tempo, pois ao mesmo tempo que acontece a narrativa do campeão e da matéria, acontecem a história de Erik querer re-consquistar a sua ex-mulher, a história entre "pais e filhos" ora vivida por Erik e seu pai, ora vivida por Erik e seu filho. mostra como todos somos sedentos de sentimentos e por muitas vezes, fazemos coisas erradas e mentimos porque amamos e não queremos que nada de mal acontece com essa pessoa. não queremos que uma história ruim se repita mais uma vez e por vezes metemos os pés pelas mãos e fazemos tudo errado. mas o que essa história, também, tras, é que nunca é tarde e nem cedo de mais para podermos concertar as coisas, sermos quem somos em verdade, fazer a coisa certa para nos e quem amamos e continuar amando e sendo amado cada vez mais e mais e então perceber que talvez a raiva que se tinha antes foi embora e que na verdade, ela que te ajudou a tomar o primeiro passo.

um filme muito bom, que além das surpresas cinematograficas, que são muito boas em verdade, pode te fazer pensar sobre a vida.

sábado, 2 de maio de 2009

recomeço...

tem filmes que você tem que é bom rever.

brilho eterno de uma mente sem lembrança


um filme interessante, que lhe prende em todos os momentos. um filme exótico em verdade, pois trás em sua proposta um roteiro diferente, sendo necessária a total atenção aos detalhes para total entendimento do filme. aconselho que qualquer um o assista duas vezes, isso abrirá mais sua visão e entendimento da obra. tenho que frisar as ótimas encenações de Kate Winslet e Jim Carrey, principalmente o ultimo que quebra a idéia de só comédia mostrando-se ser um grande ator. por alguns momentos, tive uma teoria desse filme que percebi que não era certa, acreditei que era a segunda vez que ambos apagavam a mente, principalmente pela cena no inicio do filme que ele joga uma fita pela janela do carro, como se a loirinha que trabalha com o médico tivesse repetido a ação de enviar as fita anteriormente. essa versão ainda vaga minha mente.

esse filme tem duas coisas bastante boas, as quais podemos tirar lições. uma é que você precisa ter passado para ter futuro. quero dizer que o futuro é sempre a nossa segunda chance para tudo na vida. sabemos os resultados de nossas experiências e com isso, sabemos o que podemos e devemos mudar para sermos sempre e sempre pessoas melhores. se não temos passado, não sabemos o que melhorar e continuaremos a cometer sempre os mesmos erros, não nos engrandecendo em nada e continuaremos sendo a mesma pessoa sempre. além disso, mostra que por mais que as lembranças sejam apagadas, o que as pessoas sentem umas pelas outras é eterno. o amor irá resistir pois o que cativa uma pessoa uma vez, irá cativá-la por outra. e mesmo sem lembranças, o “novo encontro” será sempre uma chance para recomeçar.

sexta-feira, 1 de maio de 2009

Yo Adrian!!!

Esse post é para homenagear o ator que mais admiro no cinema: Sylvester Stallone.

Um cara que não conseguiu criar apenas um clássico, mas também um personagem amado por todos!!!
Quem nunca ouviu falar de Rocky Balboa, o garanhão italiano? Quem nunca cantou a musiquinha e enquanto subia as escadas de casa, e depois quando chegasse ao topo levantava os braços e ficava dando socos no ar?


Rocky era um lutador decadente sem muita perspectiva de futuro, que recebe de repente a chance de lutar contra o Campeão Mundial de pesos pesados, Apollo Creed. O que muitos não sabem é que Rocky foi construído quando Sly foi assistir a uma luta de Muhammad Ali contra Chuck Wepner. Chuck era um lutar de segunda categoria, que estava enfrentando nada mais nada menos do que com a lenda do esporte, porém em um momento da luta Chuck acertou um cruzado nas costelas de Ali e nocauteou o campeão, nesse momento Sly encontrou a idéia do personagem. Como ele próprio diz: “Um homem que enfrenta a vida, aproveita uma chance, e talvez vá longe”.
Após alguns dias Sly já estava com o roteiro pronto e levou a alguns produtores para que dessem uma lida. O roteiro foi aprovado, porém queriam que outros atores, no auge do sucesso interpretassem Rocky, porém Sly mesmo tendo apenas 100 dólares no bolso, acreditou no seu potencial e recusou propostas de 150 mil e até 330 mil dólares, até que os produtores aceitassem que ele estrelasse o filme.

Em Rocky, um lutador,foram investidos 1,1 milhões de dólares e o retorno foi de 117,23 milhões de dólares em arrecadações no cinema. Além disso, ganhou 3 Oscars incluindo Melhor Filme, e recebeu outras sete indicações, incluindo Melhor Canção Original (Gonna Fly Now)
Mas esses prêmios não são o carro chefe do filme não. O filme encanta pela forma como o público se identificou com um personagem bruto, rude, porém de um grande coração e com uma persistência jamais vista, que traz com ele uma lição de vida e mostra como um lutador qualquer se tornou um campeão não só nos ringues, mas também na vida.